SAUDAÇÃO ÀS CRIANÇAS

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Nome:Nilceu Francisco

Aniversário:11 de julho

Cidade:Campinas-SP

Gosto:Boas amizades, Viver, Conquistar, Amar

Hobby:Compor

Filmes:Aprecio todos os gêneros

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Desmame e superexposição motivam abaixo-assinado contra reality de bebês

Programa "Mais Você" mostra mães competindo por prêmio de R$ 100 mil e chance de ver o filho estrelando campanha publicitária. Você é contra ou a favor do reality? Vote na enquete

No ar desde a primeira semana de dezembro, o reality show “Game de Bebês”, veiculado diariamente no programa global "Mais Você", apresentado por Ana Maria Braga, provocou a indignação de um grupo de pais e mães na internet. Na versão mais light do sucesso Big Brother Brasil quem compete pelo prêmio – em uma casa de 10 mil metros quadrados equipada com brinquedoteca, parquinho e pediatra, além de outros itens – são as mães.


O confinamento é apenas parcial e toda semana uma dupla de mãe e filho é eliminada. Depois de passar o dia diante das câmeras, os participantes dormem em um hotel próximo ao local. Assuntos como amamentação, desenvolvimento da fala e nutrição são discutidos em workshops ministrados para as participantes. 

A primeira grande polêmica envolvendo o programa aconteceu justamente depois de um desses workshops. Durante palestra sobre amamentação, o educador Marcelo Bueno explicou que as mães deveriam desmamar os filhos assim que eles começassem a andar, contrariando orientação do Ministério da Saúde para que o aleitamento materno continue até os dois anos da criança ou mais.

O MInistério Público Federal em São Paulo recomendou à TV Globo que esclareça a questão da amamentação, em rede nacional, e pediu que essa retratação seja feita com o mesmo tempo que teve o quadro original (pouco mais de 9 minutos). A Central Globo de Comunicação (CGCOM) divulgou que a orientação do educador referia-se a questões pontuais. "No programa da última segunda-feira, dia 05, as dicas sobre a fase do desmame, dadas pelo educador Marcelo Bueno, referiam-se a questões pontuais demandadas pelas mães que participam do programa", afirma a a CGCOM, em comunicado. No programa desta segunda-feira (10), Ana Maria afirmou que irá realizar um debate sobre o assunto. 


Redes sociais


Motivado pela polêmica em torno da amamentação e pela superexposição dos bebês, entre outros fatores, um grupo de pais e mães fizeram duras críticas ao programa em redes sociais e blogs especializados em assuntos ligados à maternidade. Além de posts e comentários contrários a presença dos bebês no reality, foi criada uma petição de repúdio ao programa.

Com quase três mil assinaturas, o abaixo-assinado, que pede o fim do reality de bebês, classifica a atração como sensacionalista e afirma que o programa explora as crianças como se fossem objetos de uso. “Como mães, pais, profissionais da área e indivíduos que se preocupam e zelam pela preservação da infância e pelo respeito ao desenvolvimento infantil manifestamos nossa indignação com esta atração sensacionalista, que explora crianças como se fossem objetos de uso, transformando-as em propriedade a ser manipulada diante dos olhos coniventes da sociedade”, diz o abaixo-assinado.

O texto continua: “além de submeter as crianças a um ambiente inóspito cercado de câmeras e controle e afastadas de todas as suas referências de afeto e segurança, a atração, que tem como parte de sua dinâmica criar um ambiente competitivo e estressante para as mães (o que, obviamente, afeta negativamente os bebês), conta com o apoio e a participação de profissionais que disseminam informações equivocadas e desatualizadas no que diz respeito à puericultura." O abaixo-assinado termina com menção de repúdio à postura da Rede Globo, da produção do programa “Mais Você” e da empresa Procter & Gamble, patrocinadora da atração.


A TV Globo informou que o objetivo do programa é entreter e educar. Além disso, afirma disponibilizar toda a estrutura necessária para que mães e bebês tenham total assistência durante a gravação do reality. "Diferentemente do que se pretende afirmar, o quadro é um game que tem por objetivo entreter e educar, trazendo dicas de especialistas para mamães e seus bebês. A casa onde as gravações são realizadas dispõe de estrutura de equipe médica de pediatria, nutricionistas e demais profissionais preparados para dar toda a assistência necessária", afirma a emissora.

IG

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Não caia na tentação de dar a seu filho tudo o que ele pede; dizer "não" educa

 

Em plena semana do Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro, você deve estar às voltas com uma lista imensa de pedidos de presentes, resolvendo o que quer ou o que pode comprar. Mas já parou para pensar no que faz seu filho feliz de verdade? Ter o brinquedo mais tecnológico do momento? O mais caro da turma inteira? Ganhar o primeiro celular, mesmo que o equipamento não seja indicado para a faixa etária dele?

Se a sua resposta foi “sim” a alguma dessas perguntas, é bom parar e reavaliar sua postura. Você pode estar valorizando coisas que ele nem considera importantes para estar feliz no dia a dia e, pior, ensinando que o consumo ocupa um lugar muito mais importante do que aquele em que deveria estar. “Os pais têm de ter valores muito sólidos. Têm de entender que eles são a principal referência na vida da criança. É neles que ela vai se espelhar em primeiro lugar", afirma Laís Fontenelle Pereira, psicóloga do Instituto Alana, ONG que atua em defesa da criança.

Ver uma criança feliz é muito mais simples do que muitos pais imaginam. Pesquisa recente e inédita realizada pelo Datafolha a pedido da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) ouviu 1.525 crianças, de quatro a dez anos, de todas as classes sociais, de 131 municípios brasileiros, e revelou que o dia em que 96% delas se sentem "muito alegres" e "alegres" é o dia do aniversário, quando são o centro das atenções e estão rodeadas pelos amigos e pela família.

Praticar esportes, brincar com os amigos, férias escolares e assistir à televisão foram os outros momentos, nessa ordem, vencedores na escala de felicidade no levantamento. Além disso, 71% das crianças entrevistadas disseram se sentir "muito tristes" e "tristes" quando estão longe da família. "Uma data como o Dia das Crianças deveria ser dedicada, simplesmente, a relembrar o direito de ser criança, comemorada com brincadeiras e compartilhamento de momentos de alegria entre pais e filhos", diz a psicóloga Silvia Frei de Sá, líder de projetos de educação do Instituto Akatu, ONG que defende o consumo consciente.

Eu quero! Eu quero! Eu quero!

Os números da pesquisa mostram uma realidade muito bem-vinda, mas, na prática, a criança está inserida em um universo de desejo em que basta ligar a TV para ficar exposta a uma enxurrada de propagandas que desperta nela a vontade de ter boa parte daquilo que vê. O resultado? Pedidos e mais pedidos.

Tem explicação. "Até os oito anos, ainda não há a capacidade de abstração necessária para diferenciar um conteúdo publicitário de um que não é. Se, nessa idade, a criança vir uma propaganda em que seu personagem favorito transmite a ideia de que ela tem de comprar determinado produto, ela vai querer comprar", diz a psicóloga Laís Fontenelle, do Alana.

"Ela é constantemente estimulada a consumir e, no geral, está mais interessada na experiência positiva que a publicidade transmite do que no produto”, afirma Silvia Sá, do Akatu.

A importância do não

Como não ceder aos apelos de consumo do filho que, na maioria das vezes, tem o poder de dobrar os pais pela emoção? "O pai e a mãe são os adultos da relação", fala Laís. "São eles quem sabem o que pode e o que não pode, que têm de dar o exemplo correto e ensinar valores", diz a especialista.

"O ponto negativo é que o relacionamento atual entre a criança e seus pais está muito ligado à questão do comprar, do ter. Ter para ser, como se a quantidade de objetos fizesse a gente melhor como pessoa", afirma a pedagoga Roselene Crepaldi, conselheira da Aliança pela Infância e doutora em educação infantil. Para agravar a situação, os pais têm cada vez mais medo de dizer "não" ao filho, já que muitos
carregam a culpa de não estarem presente como gostariam no dia a dia.

Negar um pedido da criança, sempre que achar pertinente, é muito importante. “Faz parte do desenvolvimento infantil se habituar às regras de convivência. À medida que o pai estabelece um limite, a criança passa por uma frustração que contribui para seu amadurecimento", afirma Saul Cypel, neuropediatra do Hospital Israelita Albert Einsten, de São Paulo, e consultor da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, voltada à primeira infância. "Pais têm medo de falar 'não' porque receiam quebrar a relação com o filho, mas faz parte", diz Roselene, da Aliança pela Infância. "O dinheiro não pode ser mais importante do que o convívio".

Diálogo: simples e eficaz

O diálogo ainda é a melhor opção. "Quando uma coisa faz sentido para a criança, por mais que a chateie ou a frustre, ela aceita. Os adultos acabam não tendo muita paciência, mas têm de sentar com o filho e explicar os motivos de ele não poder ter determinada coisa", diz Silvia.

Na tarefa de driblar o consumo infantil, fique atento à questão do "duplo comando", conforme denomina Laís, do Instituto Alana. "A criança aprende com os exemplos. Não dá para proibi-la de comprar o que quer e sair de outra loja carregado de sacolas com coisas para você. É importante que os pais tenham coerência entre o que falam e o que fazem".

Se o Dia das Crianças pode ser comemorado com presentes? Pode, dizem os especialistas. O único ponto é usar de ponderação, colocando o consumo em seu devido lugar, que é bem depois das relações familiares. 

*Colaborou Fernanda Alteff

 

Fonte : esta

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'Crianças bezerros' tomam leite direto da vaca
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É madrugada, quase de manhã. Chega debaixo da porta fechada o barulho da cocheira, dos mugidos das vacas, dos cascos na pedra.

Daqui a pouco as crianças se levantam animadas, pulando da cama para começar o dia. Invariavelmente ele começa com uma caneca de leite tirado direto da vaca. Alguns preparam a caneca com café e açúcar para receber o leite espumante. Outros vão com o leite puro mesmo.

Em volta das vacas, os bezerros esperam impacientes. As "crianças bezerro" se fartam de leite e já saem correndo terminado o café da manhã.

O dia está só começando e tem muita coisa pra fazer: dar milho às galinhas, pescar, construir cidades de barro, fazer corrida de carrinho, subir na árvore, andar a cavalo, buscar verdura na horta. Férias na fazenda é tudo isso e muito mais.

Tem mexerica na matinha em volta da casa, vamos lá buscar?

Espera aí que agora a gente vai até a cachoeira, pode ser na volta? Hoje a Dirce vai assar um bolo pro lanche da tarde.

O dia passa num vendaval, quando vamos ver está todo mundo enlameado, reclamando de cansaço e pronto pra tomar um banho.

No jantar, os bocejos se misturam à fome, e rapidinho os ânimos azedam. Hora de escovar os dentes, ir pra cama, ouvir uma história e dormir.

Os sonhos na fazenda são cheios de aventuras maravilhosas --uma continuação do dia que passou ou uma preparação para o dia seguinte, qual dos dois?




http://www1.folha.uol.com.br/

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Veja dica de livros de terror para a criançada
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Ciranda do Livro Quem gosta de histórias de terror vai adorar a série "Os Monstros".

Escrita pelo espanhol Enric Lluch, que já ganhou vários prêmios de literatura infantojuvenil, a coleção traz histórias divertidas sobre bruxas, vampiros e esqueletos.

São cinco livros --"O Vampiro", "O Esqueleto", "A Bruxa", "A Múmia" e "O Homem do Saco"--, cada um deles ilustrado por um artista diferente.

"A Múmia" conta a história de uma múmia que, ao saber que o museu onde vive será fechado, tenta arrumar uma carona para voltar ao Egito.

Em "O Vampiro", um vampirinho chamado Ladislau fica com dor de dente e precisa ir ao dentista.

"O Esqueleto" é sobre Ossudinho, um esqueleto que tenta se enturmar com crianças de carne e osso.

Além de trazer histórias engraçadas, os cinco livros são muito bonitos. Dá vontade de ficar admirando os desenhos.

A coleção "Os Monstros" mostra que contos de terror não causam apenas medo. Também podem ser muito divertidos.

"Os Monstros"
AUTOR: Enric Lluch
EDITORA: FTD
PREÇO: R$ 32,10 cada um
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos

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Mortalidade infantil cai quase 50% em dez anos do Brasil, revela IBGE
Segundo o Censo, taxa da óbitos de crianças menores de 1 ano caiu de 29,7‰ em 2000 para 15,6‰ em 2010



A taxa de mortalidade no Brasil segue a tendência de queda dos últimos anos e caiu 47,6% no Censo 2010 em relação ao índice de coletado em 2000. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou novos dados da pesquisa nesta sexta-feira, a taxa de mortalidade infantil brasileira caiu de 29,7‰ do Censo de 2000 para 15,6‰ em 2010, isto é, 15,6 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1.000 nascidos vivos.


De acordo com o IBGE, os principais condicionantes econômicos e sociais da mortalidade infantil que atuaram na queda histórica desse indicador no Brasil estão ligados a intervenções na área de políticas públicas, especialmente no campo da medicina preventiva, de saneamento básico, na ampliação dos programas de saúde e campanhas de vacinação.

O declínio mais acentuado dessa taxa, no período 2000/2010, foi observado na região Nordeste, 58,6%, e o menor, na região Sul, 33,5%. Essa última região já apresentava níveis relativamente baixos de mortalidade infantil.

Apesar dos altos declínios observados, ainda falta certa distância a percorrer para que o Brasil se aproxime dos níveis de mortalidade infantil das regiões mais desenvolvidas do mundo, em torno de cinco óbitos de crianças menores de 1 ano de idade para cada 1 000 nascidos vivos.

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CRIANDO MENINAS: DICAS

 


Conheça algumas dicas do best seller Criando Meninas, da escritora Gisela Preuschoff (Ed. Fundamento) para incentivar suas filhas durante a vida toda.

1. Se ela errar, não avalie os erros, mas anime-a a usar o fracasso como informação, por exemplo, incentivando assim: “Isso não deu certo. Então, talvez tenha outro caminho; você, com certeza, o achará. Ou então: “E daí? Tente de novo!”. “Pessoas que são fracas porque aprenderam a ser fracas estão convencidas de que não existe nenhuma relação entre a própria ação e o resultado dela. O que equivale a dizer: 'Qualquer coisa que eu faça, nunca dá certo”, comenta a autora.

2. Não compare ou critique as crianças. “Isso nos leva para um caminho errado! Comparações não motivam; ao contrário, elas desencorajam, porque toda criança é um ser único, com suas capacidades, os seus conhecimentos e as suas experiências.”

3. Não oprima nas meninas sentimentos como raiva e agressões. “Consequentemente elas se desvalorizam, se limitam ou comentem algum ato de violência contra si mesmas.”

4. Desestimular atividades perigosas demais ou inaptas para meninas é um erro que os pais frequentemente comentem. “Eles dizem muitas vezes aos meninos para que se defendam, enquanto as meninas aprendem a aceitar as coisas e oprimir a agressividade.” É importante encarar desafios e ter coragem.

5. Incentive a descoberta da sexualidade. Meninas são mais reprimidas neste quesito do que os meninos, que apalpam os órgão sexuais com mais facilidade, enquanto que os delas são escondidos. “Ensine sua filha, quando ela manifestar interesse, de onde sai o xixi, o que é clitóris e através de qual abertura saem os bebês.”

6. Nem todas meninas querem bonecas. “Deixe que brinquem com bloquinhos de madeira, carros e guindastes. Não é aconselhável influenciar sua filha direcionando-lhe o interesse para determinados brinquedos. Pelo contrário: apoie os interesses dela. Dê-lhe estímulos bem variados. Siga a alegria dela, porque essa é a melhor motivação.”

7. Não dê preferência a nenhum filho. “Se o menino for o queridinho de todos, sua filha terá dificuldades em assumir a própria feminilidade. Mas se vocês conseguirem transmitir a cada criança a sensação de ser, com todas as suas características, amada e reconhecida, a vida familiar se desenvolverá em harmonia.”

8. Dê muito amor. “Uma criança sente que é amada e que tem valor se os pais cuidarem dela de modo que inspirem confiança e se levarem a sério suas necessidades.” Cada menina só pode desenvolver confiança no próprio valor se o amor dos pais se basear no seu valor como ser humano e que não é medido conforme rendimento ou aspecto físico.

 

 

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CRIANDO OS MENINOS: DICAS

 


Conheça algumas dicas do best seller Criando Meninos, do escritor Steve Biddulph (ed. Fundamento) para incentivar seu filho durante a vida toda

1. Não comenta o erro de tratar o menino com rispidez. Infelizmente, os adultos têm essa péssima mania. “Estudos demonstram que os pais abraçam e acariciam muito mais as filhas, mesmo quando recém-nascidas, e falam menos com os meninos. As mães dos meninos tendem a bater neles com mais força e com mais frequência do que o fazem com as meninas.”

2. Demonstre interesse e prazer em ensinar e conversar com seu filho. “O cérebro dele desenvolve maior habilidade verbal e ele se torna mais sociável.”

3. Mães devem ser mais presentes nos primeiros anos. Privar o filho de calor e afeto de sua presença faz com que o menino desligue a parte mais terna e amorosa. “Ele conclui que dói demais amar alguém sem ser correspondido. No futuro, terá problemas tornando-se um homem tenso e irritável.”

4. Decisões devem ser tomadas em conjunto pelos pais. Não deixe o trabalho difícil só para a mãe. Há maneiras de disciplinar calmas e firmes. “Faça questão do respeito. Não seja você também uma das crianças.”

5. Seja expansivo. Abrace, beije, brinque com atividades calmas. “Alguns pais temem que, por darem carinho a seus filhos, eles se tornem 'maricas' ou, talvez, gays. Não é assim. Na verdade, pode ser o contrário. Muitos gays ou bissexuais dizem que a falta de afeto paterno contribuiu para tornar a afeição masculina mais importante para eles.”

6. Tenha uma estrutura familiar. Meninos se sentem inseguros em perigo. “Se ninguém está no comando, eles começam a competir para determinar a ordem social. Sua natureza movida a testosterona os leva a querer estabelecer hierarquias.”

7. Pai deve ensinar qualquer coisa ao menino – ele irá adorar. “Se você não sabe pescar, fabricar objetos ou consertar carrinhos e computadores, tudo bem; vocês podem aprender juntos. O importante é tentar.”

8. Encontre algo que ocupe o espírito do menino quando ele completar 14 anos. Dê asas à sua existência. “Todos os pesadelos que povoam a imaginação dos pais (álcool, drogas, crimes) só acontecem quando não encontramos canais para o desejo que o jovem tem por glória e papéis heroicos.”

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Estatuto da Criança e do Adolescente

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A realidade do Brasil sempre foi de discriminação no que diz respeito aos direitos da criança e do adolescente.
 
No século XIX somente iam para a escola crianças das classes mais abastadas, mas mesmo assim era muito difícil mantê-las estudando em razão das dificuldades da época, como distância e separação da família.
 
No século XX surgiram as primeiras escolas para os mais pobres, em face do progresso da indústria e da necessidade de mão-de-obra qualificada. Nessa época, as crianças eram submetidas a trabalhos pesados nas minas e fábricas, com uma carga horária tão pesada que chegava a treze horas por dia, como a dos adultos. Nessa época, o tempo de aprendizagem começou a ser valorizado em razão da industrialização, e a adolescência passou a ser considerada uma fase da vida. A criança passou a ser vista como um sujeito de direito.
 
Ao final do século XX, com a constituição de 1988, em seu artigo 227; o Governo Federal lançou o Estatuto da Criança e do Adolescente, um conjunto de leis com o objetivo de defender os direitos dos pequenos.
 
Apresentamos aqui algumas partes do mesmo:
 
No capítulo I do Estatuto, o Direito à Vida e o Direito à Saúde são enfatizados, fica especificado que uma mulher grávida deve receber do Estado atendimento médico e dentário, além de apoio alimentar. Além disso, deverá ter condições adequadas para poder amamentar. O bebê deverá receber atendimento de médico pediatra, receber socorro médico emergencial, quando necessário, e tratamento com vacinas.
 

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“Direito à vida e Direito à Saúde”
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O Direito à Liberdade vem disposto no Capítulo II do Estatuto, tanto a criança quanto o adolescente têm o Direito de Ir e Vir. Para fazer viagens sem a presença dos pais devem ter autorização do respectivo Juizado. Quanto à religião, a criança e o adolescente têm o direito de fazer a escolha. Além disso, tem direito a brincar, fazer esportes e se divertir. Cabe ao adolescente o direito ao voto.
 
Nos outros capítulos do Estatuto da Criança e do Adolescente, destacamos algumas partes que consideramos importantes como: direito à proteção a tratamento desumano e violento, liberdade de expressão, ser criado e educado pela família, receber educação em escola pública perto de casa, ser respeitado nos seus valores culturais e artísticos.
 
Para os deficientes, cabe um artigo onde é destacado que devem receber tratamento médico e educacional especiais, a fim de suprir suas necessidades e suas dificuldades.
 
O trabalho para menores de quatorze anos é estritamente proibido, salvo se a criança ou adolescente estiverem na condição de aprendiz, desde que não atrapalhe seu horário de estudo, que não seja em lugares que lhes proporcionem qualquer tipo de perigo nem que prejudiquem sua saúde. Os trabalhos noturnos são proibidos
 

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“Direito à escola pública perto de sua casa”
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É expressamente proibida pelo Estatuto, a venda de armas e explosivos para crianças e adolescentes, bem como a venda de bebidas alcoólicas, bilhetes de jogo e loteria.
 
Em casos de adolescentes ou crianças com problemas de convívio social, que transgridem as leis, sendo infratores das mesmas; esses deverão ser internados em local adequado para serem tratados com responsabilidade. Poderão receber visitas, educação e práticas esportivas a fim de auxiliar a boa formação e voltar ao convívio com sua família.
 
Mas quem pensa que o Estatuto apresenta somente os Direitos da Criança e do Adolescente está enganado. Nele podemos encontrar as Obrigações que os mesmos devem cumprir, como: obedecer aos pais, respeitar os mais velhos, conservar o meio em que vivem e estudar para ter um mundo melhor.

N

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Como surgiu o Dia da Criança


O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.

Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de
"criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi
oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.

Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!

Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

 

Em outros países

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na
Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e
Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez
das crianças da China e do Japão comemorarem!

Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

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Leite é mais indicado para hidratar crianças do que água



Para combater a desidratação a recomendação é o consumo de líquidos, em especial, muita água. Agora, pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, afirmam que o ideal é hidratar as crianças com leite.

“As crianças ficam desidratadas durante o exercício, e é importante que tomem bastante líquido, especialmente antes de praticarem atividades físicas. O leite é melhor do que qualquer outra bebida esportiva ou água, porque é uma fonte de proteína de alta qualidade, carboidratos, cálcio e eletrólitos”, explica Brian Timmons, autor do estudo.

Segundo o especialista, o leite substitui o sódio perdido no suor e ajuda o corpo a reter melhor o líquido. Dessa forma, a bebida fornece proteínas para o desenvolvimento muscular e o crescimento da criança.

Fonte:esta

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Metade dos adolescentes de SP consome menos nutrientes do que deveria, aponta estudo

 

Agência Brasil


 

Metade dos adolescentes que moram na capital paulista consome uma quantidade de nutrientes aquém da recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esta é uma das conclusões de uma pesquisa feita pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

O estudo mapeou os hábitos alimentares de 512 jovens, com idades entre 14 anos e 18 anos, de famílias de diferentes classes sociais e níveis de escolaridade, e mostrou que 50% deles ingerem menos nutrientes do que apontado como ideal pela OMS.

Os resultados da pesquisa foram publicados na tese de mestrado do nutricionista Eliseu Verly Junior. A deficiência no consumo de nutrientes, segundo ele, está divida, basicamente, em dois tipos. Primeiro, no consumo de vitaminas A, C e E, encontradas em alimentos como brócolis, frutas cítricas e óleos vegetais.

De acordo o nutricionista, essa deficiência pode facilitar a ocorrência de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer. O segundo tipo, no consumo de magnésio, fósforo e cálcio. Nutrientes encontrados na carne, leite e vegetais verde escuros. A falta deles, segundo o nutricionista, pode causar doenças ósseas como a osteoporose.

“De forma geral, a deficiência na ingestão desses nutrientes é causada por maus hábitos alimentares”, disse Verly Junior, em entrevista à Agência Brasil. “Os jovens comem menos frutas, verduras e legumes do que deveriam”, completou.

Na avaliação do especialista, além de comerem menos alimentos saudáveis, os adolescentes também consomem mais biscoitos e sanduíches hoje em dia. Por isso, acabam ingerindo mais sódio do que deveriam.

A OMS recomenda o consumo de no máximo 2,3 gramas de sódio por dia. Essa quantidade está contida em 6 gramas de sal de cozinha. Entretanto, 85% dos adolescentes de São Paulo consomem mais do que isso. “O consumo acima do recomendado pode causar hipertensão”, disse.

Para o nutricionista, campanhas de educação alimentar poderiam alterar a situação constatada pela pesquisa. Ele também defende incentivos fiscais para a produção de alimentos saudáveis. Isso poderia barateá-los e tornar seu consumo mais acessível.

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Cerca de metade das crianças terá pais separados antes dos 16 anos

Estudo mostra que 48% das crianças verão suas famílias desmoronando antes de completarem os 16 anos de idade

 

Um estudo do Centro para Justiça Social britânico mostrou números não muito animadores sobre a família contemporânea, de acordo com o jornal Daily Mail. A pesquisa apontou que 48% das crianças britânicas verão seus pais se separando antes de completarem os 16 anos de idade, uma vez que a união familiar vem passando por constantes transformações ao longo das décadas.

O artigo mostra que o número de nascimentos fora do casamento são os mais altos nos últimos dois séculos e que, embora nos dias atuais essa seja uma prática comum, antigamente já foi considerado como algo vergonhoso.

A pesquisa mostrou que cerca de 46% das crianças nascem de mães solteiras e que nove em cada dez casais vivem juntos antes de se casar, ou simplesmente não consagram a união. Antes da Segunda Guerra Mundial, a proporção era de um para trinta casais.

O artigo mostra também que o nível de nascimentos fora do casamento na década de 50 manteve-se o mesmo desde 1750 - algo em torno dos 5%, seguindo baixo até os anos 60. No entanto, este índice começou a crescer e passou para os 10% em 1970, aos 30% em 1991 e, atualmente, chegou aos 46%.

Consequências a longo prazo


Especialistas ouvidos pelo veículo afirmam que este quadro demonstra a degradação social causada pela desvalorização do casamento. Eles explicam, no entanto, que isso não significa que no passado todos os casamentos eram felizes e duradouros, mas reforçam que a instituição é uma forma de garantir o fortalecimento familiar e o desenvolvimento saudável das crianças.

O estudo mostrou que crianças que crescem em famílias compostas por uma só pessoa têm 75% mais chance de apresentar mau rendimento escolar; 70% apresentam mais probabilidade de se tornarem viciados em drogas; 50% podem desenvolver problemas com álcool e 35% tendem a ser tornar adultos desempregados.

A pesquisa também vai contra as afirmações de acadêmicos e ativistas que defendem a família contemporânea e não acreditam que as tendências "permissivas" trazidas pela década de 60 tenham contribuído com o desmoronamento do núcleo familiar.

Terra

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Crianças que moram em casas com barata têm mais asma

Incidência de asma em crianças que moram em casa com baratas aumentaria em até três vezes

 


Baratas podem ampliar o risco de asma entre crianças e adolescentes. Segundo estudos da Universidade Federal de Pernambuco, a incidência de asma em pessoas que moram em residências com baratas é três vezes maior do que entre os moradores de casas onde não há o inseto.

Os pesquisadores examinaram 172 domicílios dedetizados em Recife para verificar a existência de baratas mortas, o que confirmaria que os moradores estavam expostos aos insetos. Das 79 crianças que estavam expostas às baratas, 32% tinham asma; no grupo de 93 crianças que moravam em casas onde não foram encontradas baratas, 12% tinham asma.

"No caso das baratas, são os fragmentos da sua superfície dispersos no ar que causam a alergia. Assim como há pessoas sensíveis a ácaros, há alérgicos a barata", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Roberto Stirbulov.

E o inseto não precisa estar vivo para causar alergia. Quando a barata é morta, partículas do seu exoesqueleto se decompõe e ficam no ar. Mesmo que a pessoa não tenha predisposição à asma, outras alergias podem ocorrer.

Terra

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Bebês associam tamanho à capacidade de liderança
Os pequenos ficam surpresos quando veem alguém menor em posição de comando
 
 
Para se dar bem socialmente é bastante útil entender hierarquias. Um estudo publicado pela Science mostrou que essa habilidade é tão importante que a temos desde pequenos. O psicólogo Lotte Thomsen, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, constatou que bebês com apenas 10 meses já entendem que, geralmente, quem é maior manda. Para realizar o experimento, o pesquisador mostrou aos bebês desenhos animados nos quais dois blocos de tamanhos diferentes, cada um com uma boca e um olho, saltavam um em direção ao outro, partindo de lados opostos de uma plataforma. Quando chegavam ao meio, os blocos colidiam e voltavam para trás várias vezes, como se lutassem pelo direito de continuar em frente. Por fim, um dos blocos se curvava e saía do caminho, enquanto o outro seguia adiante.


O pesquisador notou que os pequenos participantes se concentraram mais nas cenas em que o objeto maior cedia passagem ao menor, indicando que eles estavam impressionados com o resultado – o intervalo que os bebês passam concentrados em um acontecimento é um aspecto frequentemente considerado por psicólogos para avaliar o interesse despertado. As descobertas sugerem que desde cedo as crianças têm algumas ideias sobre conflitos e dominância social, mesmo que não saibam falar nem lutar. Seja por algum sentido inato ou por experiências vividas com um irmão mais velho que lhes tirou um brinquedo, os bebês entendem que pessoas maiores que eles costumam estar no topo da hierarquia.

Fonte: esta

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Amnésia infantil apaga históriados primeiros anos de vida


Pode apostar: quem diz se lembrar de fatos ocorridos antes de seus quatro anos de vida está confundindo histórias ouvidas com memória própria; pesquisa mostra que esquecemos da nossa infância ainda crianças



A história começa com um tombo, uma viagem em família, uma briga na escola por volta dos quatro, cinco anos. Antes disso, nada.
"Desconhecemos e esquecemos muitos aspectos da nossa vida. É muito provável que você saiba pouco sobre si mesmo", diz Fani Hisgail, psicanalista.
E é justo a infância, tão saudosa e cantada pelos poetas, a época mais esquecida.
Ironia biológica? Os especialistas chamam de amnésia infantil, e não tem nada a ver com lapsos de memória, mas com os quatro primeiros anos de vida que parecem ter sido apagados com borracha.
"Sim, pode-se dizer que perdemos parte da nossa infância", afirma à Folha Carole Peterson, pesquisadora da Memorial University of Newfoundland, no Canadá.
Peterson coordenou uma pesquisa, publicada no começo do mês na revista "Child Development", sobre memórias de infância.
No estudo, 140 crianças entre quatro e 13 anos foram convidadas a contar suas primeiras memórias (fizemos o mesmo com quatro pessoas, leia depoimentos nesta e nas páginas seguintes).
Dois anos depois, as crianças da pesquisa tiveram que contar novamente as lembranças mais antigas e estimar quantos anos tinham quando tudo aconteceu.
As mais novas trocaram as memórias velhas por mais recentes. As maiores mantiveram as mesmas lembranças. Moral da história: esquecemos a infância enquanto ainda somos crianças.
Não há dúvida que crianças conseguem armazenar informações, segundo Martín Cammarota, pesquisador em neurofisiologia da PUC-RS.
"Elas sabem o que aconteceu ontem ou anteontem, mas são lembranças de curta duração."
A neurociência não tem certeza de por que isso acontece. Uma das hipóteses é que o cérebro ainda não estaria pronto para gravar memórias à tinta, de acordo com Rodrigo Neves Pereira, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
"É como se as crianças escrevessem a lápis no disco rígido da memória."
Estruturas cerebrais responsáveis por processar e arquivar informações não estão totalmente desenvolvidas aos dois anos ou três anos.
Na mesma direção, o neurocientista Ivan Izquierdo argumenta que, nessa idade, não dominamos totalmente a linguagem.
"As memórias de antes dos três anos são gravadas em códigos não linguísticos, que não fazem sentido depois que somos adultos."
Não por acaso, lembranças mais claras coincidem com o início da alfabetização. Algumas pessoas, porém, desenvolvem essa capacidade mais cedo. Mistérios.



SELEÇÃO INCONSCIENTE


"Amnésia infantil não tem relação com o amadurecimento do cérebro", diz logo de cara Renata Petri, psicanalista professora da Unifesp.
Para a psicanálise, parte da infância é esquecida porque as lembranças são conflitantes, dolorosas. "Aquilo que traz conflito elimina-se da consciência e vai constituir o inconsciente."
Nessa visão, o ser humano sofre os efeitos dessas memórias encobertas pelo resto da vida, mesmo sem conseguir lembrá-las. Daí viriam alguns medos e traumas.
"É comum estabelecermos a relação entre acontecimentos de infância e traumas futuros, mas não se pode reduzir a ideia de trauma a isso", afirma Fani Hisgail.
A neurologia até concorda que memórias esquecidas podem, sim, interferir na formação de novas lembranças, mas tem uma visão diferente do que é o inconsciente.
"São memórias que não estão ativas o suficiente para serem lembradas, mas que, mesmo assim, influenciam outros circuitos", comenta Gilberto Xavier, pesquisador em neurofisiologia da USP.
A influência do passado sobre o futuro esbarra em outro ponto: a competição entre acontecimentos. Não há como prever quais fatos serão lembrados a longo prazo. Depende do quanto prestamos atenção a eles, do excesso de informações e de fatores afetivos.
"Aspectos emocionais moldam a aquisição de memórias, influenciam a razão. É o que chamamos de erro de Descartes", diz Pereira.
Tombos, cortes e acidentes físicos são mais marcantes por motivos biológicos, de acordo com Xavier. "Você se lembra de um acidente para ter condições de evitá-lo. Biologicamente, esse é o sentido da memória." Parece simples. Mas, cada vez que um fato é resgatado, acrescenta-se um aspecto, uma ponta no novelo.
Depois de recordar algumas vezes acontecimentos distantes, é quase impossível separar a verdade do mito. "Criamos falsas memórias, e não há nada de patológico nem de malvado nisso", pondera Izquierdo.
É a mentira que não é mentira. Para a psicanálise, não importa. "Tudo é interpretação. Toda memória é uma leitura sem contato direto com a realidade", diz Preti.
Cada nova experiência resignifica a anterior. "De certa forma, o futuro influencia o passado."

Fonte: esta

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