SAUDAÇÃO ÀS CRIANÇAS

Meu Humor



Nome:Nilceu Francisco

Aniversário:11 de julho

Cidade:Campinas-SP

Gosto:Boas amizades, Viver, Conquistar, Amar

Hobby:Compor

Filmes:Aprecio todos os gêneros

Músicas:Dance, Românticas... Preferidas :Folhas de outono; As rosas não falam, Palavras lindas...



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Créditos



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Estatuto da Criança e do Adolescente

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A realidade do Brasil sempre foi de discriminação no que diz respeito aos direitos da criança e do adolescente.
 
No século XIX somente iam para a escola crianças das classes mais abastadas, mas mesmo assim era muito difícil mantê-las estudando em razão das dificuldades da época, como distância e separação da família.
 
No século XX surgiram as primeiras escolas para os mais pobres, em face do progresso da indústria e da necessidade de mão-de-obra qualificada. Nessa época, as crianças eram submetidas a trabalhos pesados nas minas e fábricas, com uma carga horária tão pesada que chegava a treze horas por dia, como a dos adultos. Nessa época, o tempo de aprendizagem começou a ser valorizado em razão da industrialização, e a adolescência passou a ser considerada uma fase da vida. A criança passou a ser vista como um sujeito de direito.
 
Ao final do século XX, com a constituição de 1988, em seu artigo 227; o Governo Federal lançou o Estatuto da Criança e do Adolescente, um conjunto de leis com o objetivo de defender os direitos dos pequenos.
 
Apresentamos aqui algumas partes do mesmo:
 
No capítulo I do Estatuto, o Direito à Vida e o Direito à Saúde são enfatizados, fica especificado que uma mulher grávida deve receber do Estado atendimento médico e dentário, além de apoio alimentar. Além disso, deverá ter condições adequadas para poder amamentar. O bebê deverá receber atendimento de médico pediatra, receber socorro médico emergencial, quando necessário, e tratamento com vacinas.
 

===

“Direito à vida e Direito à Saúde”
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O Direito à Liberdade vem disposto no Capítulo II do Estatuto, tanto a criança quanto o adolescente têm o Direito de Ir e Vir. Para fazer viagens sem a presença dos pais devem ter autorização do respectivo Juizado. Quanto à religião, a criança e o adolescente têm o direito de fazer a escolha. Além disso, tem direito a brincar, fazer esportes e se divertir. Cabe ao adolescente o direito ao voto.
 
Nos outros capítulos do Estatuto da Criança e do Adolescente, destacamos algumas partes que consideramos importantes como: direito à proteção a tratamento desumano e violento, liberdade de expressão, ser criado e educado pela família, receber educação em escola pública perto de casa, ser respeitado nos seus valores culturais e artísticos.
 
Para os deficientes, cabe um artigo onde é destacado que devem receber tratamento médico e educacional especiais, a fim de suprir suas necessidades e suas dificuldades.
 
O trabalho para menores de quatorze anos é estritamente proibido, salvo se a criança ou adolescente estiverem na condição de aprendiz, desde que não atrapalhe seu horário de estudo, que não seja em lugares que lhes proporcionem qualquer tipo de perigo nem que prejudiquem sua saúde. Os trabalhos noturnos são proibidos
 

===

“Direito à escola pública perto de sua casa”
 ===

É expressamente proibida pelo Estatuto, a venda de armas e explosivos para crianças e adolescentes, bem como a venda de bebidas alcoólicas, bilhetes de jogo e loteria.
 
Em casos de adolescentes ou crianças com problemas de convívio social, que transgridem as leis, sendo infratores das mesmas; esses deverão ser internados em local adequado para serem tratados com responsabilidade. Poderão receber visitas, educação e práticas esportivas a fim de auxiliar a boa formação e voltar ao convívio com sua família.
 
Mas quem pensa que o Estatuto apresenta somente os Direitos da Criança e do Adolescente está enganado. Nele podemos encontrar as Obrigações que os mesmos devem cumprir, como: obedecer aos pais, respeitar os mais velhos, conservar o meio em que vivem e estudar para ter um mundo melhor.

N

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Como surgiu o Dia da Criança


O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.

Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de
"criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi
oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.

Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!

Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

 

Em outros países

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na
Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e
Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez
das crianças da China e do Japão comemorarem!

Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

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Leite é mais indicado para hidratar crianças do que água



Para combater a desidratação a recomendação é o consumo de líquidos, em especial, muita água. Agora, pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, afirmam que o ideal é hidratar as crianças com leite.

“As crianças ficam desidratadas durante o exercício, e é importante que tomem bastante líquido, especialmente antes de praticarem atividades físicas. O leite é melhor do que qualquer outra bebida esportiva ou água, porque é uma fonte de proteína de alta qualidade, carboidratos, cálcio e eletrólitos”, explica Brian Timmons, autor do estudo.

Segundo o especialista, o leite substitui o sódio perdido no suor e ajuda o corpo a reter melhor o líquido. Dessa forma, a bebida fornece proteínas para o desenvolvimento muscular e o crescimento da criança.

Fonte:esta

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Metade dos adolescentes de SP consome menos nutrientes do que deveria, aponta estudo

 

Agência Brasil


 

Metade dos adolescentes que moram na capital paulista consome uma quantidade de nutrientes aquém da recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esta é uma das conclusões de uma pesquisa feita pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

O estudo mapeou os hábitos alimentares de 512 jovens, com idades entre 14 anos e 18 anos, de famílias de diferentes classes sociais e níveis de escolaridade, e mostrou que 50% deles ingerem menos nutrientes do que apontado como ideal pela OMS.

Os resultados da pesquisa foram publicados na tese de mestrado do nutricionista Eliseu Verly Junior. A deficiência no consumo de nutrientes, segundo ele, está divida, basicamente, em dois tipos. Primeiro, no consumo de vitaminas A, C e E, encontradas em alimentos como brócolis, frutas cítricas e óleos vegetais.

De acordo o nutricionista, essa deficiência pode facilitar a ocorrência de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer. O segundo tipo, no consumo de magnésio, fósforo e cálcio. Nutrientes encontrados na carne, leite e vegetais verde escuros. A falta deles, segundo o nutricionista, pode causar doenças ósseas como a osteoporose.

“De forma geral, a deficiência na ingestão desses nutrientes é causada por maus hábitos alimentares”, disse Verly Junior, em entrevista à Agência Brasil. “Os jovens comem menos frutas, verduras e legumes do que deveriam”, completou.

Na avaliação do especialista, além de comerem menos alimentos saudáveis, os adolescentes também consomem mais biscoitos e sanduíches hoje em dia. Por isso, acabam ingerindo mais sódio do que deveriam.

A OMS recomenda o consumo de no máximo 2,3 gramas de sódio por dia. Essa quantidade está contida em 6 gramas de sal de cozinha. Entretanto, 85% dos adolescentes de São Paulo consomem mais do que isso. “O consumo acima do recomendado pode causar hipertensão”, disse.

Para o nutricionista, campanhas de educação alimentar poderiam alterar a situação constatada pela pesquisa. Ele também defende incentivos fiscais para a produção de alimentos saudáveis. Isso poderia barateá-los e tornar seu consumo mais acessível.

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Cerca de metade das crianças terá pais separados antes dos 16 anos

Estudo mostra que 48% das crianças verão suas famílias desmoronando antes de completarem os 16 anos de idade

 

Um estudo do Centro para Justiça Social britânico mostrou números não muito animadores sobre a família contemporânea, de acordo com o jornal Daily Mail. A pesquisa apontou que 48% das crianças britânicas verão seus pais se separando antes de completarem os 16 anos de idade, uma vez que a união familiar vem passando por constantes transformações ao longo das décadas.

O artigo mostra que o número de nascimentos fora do casamento são os mais altos nos últimos dois séculos e que, embora nos dias atuais essa seja uma prática comum, antigamente já foi considerado como algo vergonhoso.

A pesquisa mostrou que cerca de 46% das crianças nascem de mães solteiras e que nove em cada dez casais vivem juntos antes de se casar, ou simplesmente não consagram a união. Antes da Segunda Guerra Mundial, a proporção era de um para trinta casais.

O artigo mostra também que o nível de nascimentos fora do casamento na década de 50 manteve-se o mesmo desde 1750 - algo em torno dos 5%, seguindo baixo até os anos 60. No entanto, este índice começou a crescer e passou para os 10% em 1970, aos 30% em 1991 e, atualmente, chegou aos 46%.

Consequências a longo prazo


Especialistas ouvidos pelo veículo afirmam que este quadro demonstra a degradação social causada pela desvalorização do casamento. Eles explicam, no entanto, que isso não significa que no passado todos os casamentos eram felizes e duradouros, mas reforçam que a instituição é uma forma de garantir o fortalecimento familiar e o desenvolvimento saudável das crianças.

O estudo mostrou que crianças que crescem em famílias compostas por uma só pessoa têm 75% mais chance de apresentar mau rendimento escolar; 70% apresentam mais probabilidade de se tornarem viciados em drogas; 50% podem desenvolver problemas com álcool e 35% tendem a ser tornar adultos desempregados.

A pesquisa também vai contra as afirmações de acadêmicos e ativistas que defendem a família contemporânea e não acreditam que as tendências "permissivas" trazidas pela década de 60 tenham contribuído com o desmoronamento do núcleo familiar.

Terra

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Crianças que moram em casas com barata têm mais asma

Incidência de asma em crianças que moram em casa com baratas aumentaria em até três vezes

 


Baratas podem ampliar o risco de asma entre crianças e adolescentes. Segundo estudos da Universidade Federal de Pernambuco, a incidência de asma em pessoas que moram em residências com baratas é três vezes maior do que entre os moradores de casas onde não há o inseto.

Os pesquisadores examinaram 172 domicílios dedetizados em Recife para verificar a existência de baratas mortas, o que confirmaria que os moradores estavam expostos aos insetos. Das 79 crianças que estavam expostas às baratas, 32% tinham asma; no grupo de 93 crianças que moravam em casas onde não foram encontradas baratas, 12% tinham asma.

"No caso das baratas, são os fragmentos da sua superfície dispersos no ar que causam a alergia. Assim como há pessoas sensíveis a ácaros, há alérgicos a barata", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Roberto Stirbulov.

E o inseto não precisa estar vivo para causar alergia. Quando a barata é morta, partículas do seu exoesqueleto se decompõe e ficam no ar. Mesmo que a pessoa não tenha predisposição à asma, outras alergias podem ocorrer.

Terra

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Bebês associam tamanho à capacidade de liderança
Os pequenos ficam surpresos quando veem alguém menor em posição de comando
 
 
Para se dar bem socialmente é bastante útil entender hierarquias. Um estudo publicado pela Science mostrou que essa habilidade é tão importante que a temos desde pequenos. O psicólogo Lotte Thomsen, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, constatou que bebês com apenas 10 meses já entendem que, geralmente, quem é maior manda. Para realizar o experimento, o pesquisador mostrou aos bebês desenhos animados nos quais dois blocos de tamanhos diferentes, cada um com uma boca e um olho, saltavam um em direção ao outro, partindo de lados opostos de uma plataforma. Quando chegavam ao meio, os blocos colidiam e voltavam para trás várias vezes, como se lutassem pelo direito de continuar em frente. Por fim, um dos blocos se curvava e saía do caminho, enquanto o outro seguia adiante.


O pesquisador notou que os pequenos participantes se concentraram mais nas cenas em que o objeto maior cedia passagem ao menor, indicando que eles estavam impressionados com o resultado – o intervalo que os bebês passam concentrados em um acontecimento é um aspecto frequentemente considerado por psicólogos para avaliar o interesse despertado. As descobertas sugerem que desde cedo as crianças têm algumas ideias sobre conflitos e dominância social, mesmo que não saibam falar nem lutar. Seja por algum sentido inato ou por experiências vividas com um irmão mais velho que lhes tirou um brinquedo, os bebês entendem que pessoas maiores que eles costumam estar no topo da hierarquia.

Fonte: esta

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Amnésia infantil apaga históriados primeiros anos de vida


Pode apostar: quem diz se lembrar de fatos ocorridos antes de seus quatro anos de vida está confundindo histórias ouvidas com memória própria; pesquisa mostra que esquecemos da nossa infância ainda crianças



A história começa com um tombo, uma viagem em família, uma briga na escola por volta dos quatro, cinco anos. Antes disso, nada.
"Desconhecemos e esquecemos muitos aspectos da nossa vida. É muito provável que você saiba pouco sobre si mesmo", diz Fani Hisgail, psicanalista.
E é justo a infância, tão saudosa e cantada pelos poetas, a época mais esquecida.
Ironia biológica? Os especialistas chamam de amnésia infantil, e não tem nada a ver com lapsos de memória, mas com os quatro primeiros anos de vida que parecem ter sido apagados com borracha.
"Sim, pode-se dizer que perdemos parte da nossa infância", afirma à Folha Carole Peterson, pesquisadora da Memorial University of Newfoundland, no Canadá.
Peterson coordenou uma pesquisa, publicada no começo do mês na revista "Child Development", sobre memórias de infância.
No estudo, 140 crianças entre quatro e 13 anos foram convidadas a contar suas primeiras memórias (fizemos o mesmo com quatro pessoas, leia depoimentos nesta e nas páginas seguintes).
Dois anos depois, as crianças da pesquisa tiveram que contar novamente as lembranças mais antigas e estimar quantos anos tinham quando tudo aconteceu.
As mais novas trocaram as memórias velhas por mais recentes. As maiores mantiveram as mesmas lembranças. Moral da história: esquecemos a infância enquanto ainda somos crianças.
Não há dúvida que crianças conseguem armazenar informações, segundo Martín Cammarota, pesquisador em neurofisiologia da PUC-RS.
"Elas sabem o que aconteceu ontem ou anteontem, mas são lembranças de curta duração."
A neurociência não tem certeza de por que isso acontece. Uma das hipóteses é que o cérebro ainda não estaria pronto para gravar memórias à tinta, de acordo com Rodrigo Neves Pereira, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
"É como se as crianças escrevessem a lápis no disco rígido da memória."
Estruturas cerebrais responsáveis por processar e arquivar informações não estão totalmente desenvolvidas aos dois anos ou três anos.
Na mesma direção, o neurocientista Ivan Izquierdo argumenta que, nessa idade, não dominamos totalmente a linguagem.
"As memórias de antes dos três anos são gravadas em códigos não linguísticos, que não fazem sentido depois que somos adultos."
Não por acaso, lembranças mais claras coincidem com o início da alfabetização. Algumas pessoas, porém, desenvolvem essa capacidade mais cedo. Mistérios.



SELEÇÃO INCONSCIENTE


"Amnésia infantil não tem relação com o amadurecimento do cérebro", diz logo de cara Renata Petri, psicanalista professora da Unifesp.
Para a psicanálise, parte da infância é esquecida porque as lembranças são conflitantes, dolorosas. "Aquilo que traz conflito elimina-se da consciência e vai constituir o inconsciente."
Nessa visão, o ser humano sofre os efeitos dessas memórias encobertas pelo resto da vida, mesmo sem conseguir lembrá-las. Daí viriam alguns medos e traumas.
"É comum estabelecermos a relação entre acontecimentos de infância e traumas futuros, mas não se pode reduzir a ideia de trauma a isso", afirma Fani Hisgail.
A neurologia até concorda que memórias esquecidas podem, sim, interferir na formação de novas lembranças, mas tem uma visão diferente do que é o inconsciente.
"São memórias que não estão ativas o suficiente para serem lembradas, mas que, mesmo assim, influenciam outros circuitos", comenta Gilberto Xavier, pesquisador em neurofisiologia da USP.
A influência do passado sobre o futuro esbarra em outro ponto: a competição entre acontecimentos. Não há como prever quais fatos serão lembrados a longo prazo. Depende do quanto prestamos atenção a eles, do excesso de informações e de fatores afetivos.
"Aspectos emocionais moldam a aquisição de memórias, influenciam a razão. É o que chamamos de erro de Descartes", diz Pereira.
Tombos, cortes e acidentes físicos são mais marcantes por motivos biológicos, de acordo com Xavier. "Você se lembra de um acidente para ter condições de evitá-lo. Biologicamente, esse é o sentido da memória." Parece simples. Mas, cada vez que um fato é resgatado, acrescenta-se um aspecto, uma ponta no novelo.
Depois de recordar algumas vezes acontecimentos distantes, é quase impossível separar a verdade do mito. "Criamos falsas memórias, e não há nada de patológico nem de malvado nisso", pondera Izquierdo.
É a mentira que não é mentira. Para a psicanálise, não importa. "Tudo é interpretação. Toda memória é uma leitura sem contato direto com a realidade", diz Preti.
Cada nova experiência resignifica a anterior. "De certa forma, o futuro influencia o passado."

Fonte: esta

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Responsabilidade de adolescentes perante os pais influencia desempenho escolar
Estudo indica que jovens mais responsáveis aprendem mais

 


Estudo feito por pesquisadores da University of Illinois at Urbana-Champaign (EUA), da Chinese University of Hong Kong e da Beijing Normal University (China) mostrou que, logo que entram no ensino médio, o empenho dos adolescentes na escola diminui, assim como seu aprendizado. No entanto, os resultados são melhores para alunos que sentem a necessidade de serem mais aplicados nos estudos por causa dos pais.

Foram analisados 825 adolescentes do subúrbio de Chicago e de Pequim, que responderam quatro vezes a um questionário em dois anos, começando do 7º ano. Nos Estados Unidos, o senso de responsabilidade diante dos pais caiu durante os dois anos. No entanto, nos dois países, jovens que declararam se sentirem responsáveis perante seus pais eram mais engajados nos estudos e conseguiram notas melhores, independente da qualidade do relacionamento entre pais e filhos. A responsabilidade foi definida, pelos autores do estudo, como o sentimento de obrigação do adolescente para com seus pais e sua motivação na escola para agradá-los, procurando atender às expectativas deles.

Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que os pais devem deixar claro aos filhos qual a importância de eles serem responsáveis assim que entram no ensino médio. Essa conversa franca deve ser acompanhada do envolvimento dos pais na vida de seus filhos.

Dessa forma, os adolescentes desenvolvem um senso de responsabilidade maior para seus pais, o que manterá seus níveis de aprendizado durante o período escolar.

Ajude seu filho em seu desempenho na escola

Além da conversa franca, há outras maneiras de estimular seu filho. Primeiramente, não invista em castigos, tampouco recompensas. A educadora Vera Werneck, do Colégio Padre Antonio Vieira, explica que, dessa forma, as crianças acabam afrontando os pais e estudando cada vez menos, já que não entendem o porquê de estudarem tanto. "Quando os pais não explicam a importância de aprender matemática, por exemplo, elas podem pensar: ?Para quê aprender tantas contas se é só para satisfazer o desejo da mãe ou do pai??", conta Vera.

Estipular horários pode ajudar a criança a se organizar. Afinal, não há necessidade de o pequeno passar o dia debruçado sobre os cadernos. Esse horário pode variar de meia hora até três horas por dia. Vale lembrar que, na hora do estudo, distrações como rádio e televisão devem ser deixadas de lado. Elogiar as boas notas também é uma tática que mostra o quão importante é determinada atividade. Isso estimula a vontade de estudar e aprender mais da criança.

Fonte : esta

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Anorexia atinge crianças a partir dos seis anos, diz estudo

 

A neurose que atinge mulheres no mundo todo, com a ditadura da magreza vendida por modelos e celebridades, agora atinge também as crianças. De acordo com o jornal Daily Mail, um estudo realizado pelo University College London's Institute of Child Health, mostrou que crianças a partir dos seis anos foram hospitalizadas com sintomas relacionados à anorexia e outros distúrbios alimentares.

A pesquisa foi realizada no Reino Unido e na Irlanda, e, ao final de 14 meses de coleta de dados, os pesquisadores se depararam com o alarmante número de 208 casos de crianças, com menos de 13 anos, apresentando precocidade em transtornos deste tipo.

Eles descobriram também que a incidência do problema se concentra essencialmente nas meninas, que representam 82% dos casos, contra 18% de meninos. De acordo com a pesquisa, para cada 100 mil crianças do Reino Unido, três apresentam algum de distúrbio. O número foi publicado no British Journal of Psychiatry.

O Instituto fez mais de três mil contatos para chegar a esse resultado, incluindo hospitais, universidades, pediatras e psiquiatras. Eles descobriram que 37% das crianças apresentam sintomas de anorexia, cerca de 1% bulimia e 43% outras desordens. Os outros 19% também apresentavam problemas, como evitar a comida, mas não necessariamente mostravam preocupação excessiva com o peso.

Quase três quartos da amostra temem ganhar peso, enquanto 67% estão preocupadas com o peso. O estudo constatou que metade das crianças com problemas acabaram sendo internadas. Muitas delas tinham o hábito de usar laxantes, forçar o vômito após comer muito e se recusar a comer.

Uma das preocupações dos especialistas é a forma como essas crianças são influenciadas pela magreza das modelos e celebridades. De acordo com o jornal, ainda não existem ações oficiais para buscar e trabalhar com estes números. Mas os profissionais da área são enfáticos em alertar sobre a importância de uma ação urgente na melhora deste diagnóstico.

Para a Dra. Dasha Nicholls, psiquiatra de crianças e adolescentes que conduziu a pesquisa, ainda é cedo para dizer se houve aumento neste quadro nos últimos anos.

No entanto, ela espera que o estudo possa ser usada como uma base para acompanhar tendências futuras e reforça que, infelizmente, os tratamentos para este tipo de distúrbio ainda são destinado exclusivamente a adolescentes. "Transtornos alimentares na infância não são rápidos e fáceis de serem tratados", avalia, completando: "Para uma minoria de crianças, isso pode ser o início de uma doença grave e duradoura, com índices de mortalidade comparados ao da leucemia", adianta.

Fonte: esta

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Mortalidade infantil: diarreia é a segunda maior causa

 

A diarreia é a segunda maior causa de morte em crianças de até cinco anos no mundo, perdendo apenas para a pneumonia. Segundo informações publicadas no jornal Folha de S. Paulo desta quarta-feira (20), estima-se que o rotavírus seja responsável por cerca de um terço dos casos de diarreia.

 O rotavírus é perigoso porque ataca as mucosas do intestino, impedindo a absorção do líquido. Se a doença não for tratada, a desidratação acaba provocando uma perda drástica de nutrientes, o que pode ser fatal.

 A doença pode atingir também os adultos, mas neles os casos são menos graves. No Brasil, desde 2006, a vacina contra o rotavírus faz parte do programa nacional de vacinação. Porém, após a infecção, a medida mais indicada é procurar um médico e hidratar a criança.

Fonte: esta

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Mãe, o que é isso no meu prato?

Elaine de Pádua, autora de "O que tem no prato do seu filho": segredo é insistência

Em seu livro, a nutricionista idealizadora da Nutriland mostra que é possível, sim, proporcionar uma alimentação mais saudável para as crianças e tornar a boa nutrição um hábito infantil – não somente um dever a ser cumprido. E isso até mesmo para aqueles que já estão acostumados somente às facilidades das redes de fast food.


iG: De onde surgiu a ideia de escrever “O que tem no prato do seu filho”?


Elaine de Pádua: A história começou quando um paciente meu resolveu se tornar vegetariano aos sete anos de idade, uma decisão que levou a mãe dele ao desespero. Ser vegetariano exige que haja um consumo maior de frutas e legumes, mas não foi o que aconteceu no caso dele, que acabou se tornando um “massariano”: só queria comer massa e não colocava frutas e legumes na boca. A mãe, preocupada, me procurou para que pudesse orientá-la. Quando fui atendê-lo, ela me contou que havia procurado livros sobre nutrição infantil e não encontrou nada muito interessante sobre o assunto. “Por que você não escreve um livro, então?”, ela me disse. Como trabalho muito com crianças, sempre tento preparar um material muito prático para os pais, com informações, receitas e sugestões. São eles os grandes educadores dos filhos, então foi como um sonho poder orientá-los de maneira mais informal. E motivá-los, também. Moramos num país com tantas opções de frutas, verduras e legumes, por que não introduzir estes alimentos na vida das crianças de maneira simples, prática, com receitas fáceis e baratas? É preciso lembrar que, às vezes, a criança não gosta da forma que um alimento é preparado, mas existem diferentes maneiras de oferecê-lo a ela que podem gerar ótimos resultados. E sem complicar a vida de ninguém.

 

iG: O primeiro capítulo do livro é para crianças vegetarianas. Você tem visto muitos casos assim ultimamente?


Elaine de Pádua: Na verdade, não. O que acontece é que algumas crianças têm aversão a comer carne por não gostarem de mastigar, mas não exatamente pela questão dos animais – embora existam crianças que o sejam exatamente por isso. As crianças se habituam a alimentos menos sólidos, como sopa e purê, e às vezes acabam crescendo com um pouco de preguiça de alimentos mais duros. Quando a criança começa a ter dentinhos, é importante que já comece a mastigar. Então, depois dos seis meses, é preciso que os pais amassem a comidinha no garfo, para que os filhos já comecem com a mastigação. Seguindo assim, aos dois anos ela já vai comer de tudo, além de desenvolver o movimento dos músculos faciais, tornando-se mais preparada para aceitar os alimentos mais sólidos.

Agora, se a criança quer mesmo ser vegetariana, é ideal que os pais procurem um acompanhamento profissional para verificar sempre se há um consumo adequado de frutas, legumes e verduras. A criança está em fase de crescimento e nutrientes como o ferro e as vitaminas B12 não podem deixar de existir na dieta. A falta desse tipo de nutriente pode prejudicar o crescimento dela.

iG: Quais são os principais erros que os pais costumam cometer em relação à alimentação dos filhos e o que eles devem fazer para garantir que eles sejam mais saudáveis?


Elaine de Pádua: Muitas pais querem que os filhos comam alguma coisa que eles mesmos não comem. Então falam que o filho não come verdura ou legume, mas os próprios pais também não o fazem. E eles são exemplos fundamentais para que haja uma mudança de hábito da criança. Se a mãe já não comia tais alimentos até mesmo na gestação, complica mais ainda, então é preciso que os hábitos dos pais também se modifiquem desde o começo.

Elaine, autora do livro

Outra coisa que acontece muito é a criança não gostar e nunca querer um determinado alimento e a mãe desistir de oferecer. Pesquisas dizem que para a criança realmente ter aversão a algum alimento, ela precisa ter tido contato com ele aproximadamente 15 vezes. Sendo assim, os pais devem apresentar a escarola, por exemplo, de diferentes formas para realmente ter certeza de que a criança não gosta: no suflê, na torta, no sanduíche.

iG: As crianças podem se envolver neste processo?

Elaine de Pádua: Fazer com que a criança participe é muito importante, negociando com ela, mostrando os alimentos saudáveis e usando bastante a criatividade. A culpa também é um fator de peso: alguns pais se sentem culpados por trabalharem bastante e raramente estarem por perto. Eles tentam compensar a ausência presenteando os filhos com balas e chocolates, mas isso pode trazer mais problemas. É preciso ter limites. A obesidade infantil e o sobrepeso têm aumentado muito ultimamente e isso tudo leva a doenças que podem causar sérios problemas no futuro. Então começa por aí: é preciso pensar no que é mais adequado para manter o corpo funcionando bem. Por isso, também é sempre necessário olhar o valor nutricional dos alimentos, a quantidade de calorias, gordura, colesterol, fibras: tudo isso é importante para poder mostrar para a criança o que é bom para a saúde e o que não é. Alimentos artificiais, por exemplo, só devem ser oferecidos em caso de necessidade.

iG: Como os pais podem ajudar as crianças a comerem – e gostarem – dos alimentos mais saudáveis como verduras e legumes? Existe algum segredo para que isso aconteça?


Elaine de Pádua: Apresentar os alimentos de forma interessante para as crianças. Os pais podem fazer suflê, torta, bolo: se a criança não gosta de cenoura, vamos fazer um bolo de cenoura. E então, devagarzinho, o hábito vai se modificando. De repente, se a criança não come mamão, então os pais devem servir com iogurte, por exemplo. Não come beterraba? É legal misturar com o arroz ou com o feijão. A chave é utilizar formas diferentes de introduzir o alimento na vida da criança e conseguir com que ela coma. Os pais acabam muitas vezes dando as mesmas opções, mas com receitas diferentes é possível que as crianças aceitem muito bem. E misturando cores e desenhos para formar pratos mais alegres também atrai a atenção delas. Se elas estão envolvidas na elaboração do prato, então, ainda mais.


iG: O quão importante é para as crianças tomarem diariamente café da manhã e o que os pais podem fazer para que isso aconteça?


Elaine de Pádua: A criança que toma café de manhã tem uma chance menor de engordar. É assim que funciona: nós passamos por uma privação de alimentos durante a noite. De manhã, o organismo precisa funcionar e ele vai tentar tirar essa energia de algum lugar. Se não comermos nada de manhã, de onde sairá essa energia? Dos músculos. Então, se a criança deixar o café da manhã de lado, ela corre o risco de comer muito mais do que precisa na hora do almoço – além de não mastigar os alimentos muito bem, por estar com muita fome. O café da manhã, portanto, é fundamental para manter o organismo funcionando bem e para que as crianças também tenham um aproveitamento escolar maior. Aquela que estiver mal alimentada terá uma maior dificuldade de atenção. E não precisa montar aquela mesa de propaganda de margarina: se não há tempo para organizar um café da manhã logo ao acordar, deixe a mesa posta já na noite anterior, guarde uma fruta já cortada na geladeira, compre uma caneca ou um prato mais bonitinho para os filhos e lembre-se que deixar o alimento mais bonito visualmente funciona. Em pouco tempo ela estará comendo mais adequadamente – o que acontecerá no café da manhã e no almoço.


iG: Quais os principais problemas relacionados à má alimentação que podem surgir durante a infância e adolescência?


Elaine de Pádua: São complicações que podem surgir ao longo do tempo: além de sobrepeso, obesidade e anemia, a criança pode ter colesterol alto e diabetes precoce, hipertensão, má formação óssea por conta de uma possível deficiência de cálcio – especialmente com a falta do café da manhã. Neste último caso, pode até haver uma futura osteoporose precoce, além de outras doenças mais sérias que podem aparecer no futuro.


iG: No caso de uma criança já com sobrepeso, quais as principais atitudes que os pais devem tomar para ajudá-la a ter uma alimentação mais saudável?

Elaine de Pádua: O principal de tudo é nunca criticar a criança. Às vezes os pais ficam muito desesperados com o problema e acabam tornando-o ainda maior. O ideal é controlar a alimentação para que a criança não chegue ao sobrepeso. Se já chegou, será preciso traçar um plano alimentar para perder estes quilos e deixar o peso controlado, mas sem ansiedade. Tornar a alimentação da criança mais equilibrada e saudável e estimular a prática de atividades físicas é o necessário, sem estresse. Não adianta querer que a criança emagreça tudo que ganhou em dois ou três meses. É um processo em que a criança precisa ser reeducada, e muitas vezes ela acaba comendo dois pacotes de bolacha por dia por ansiedade, problemas na escola, falta de vínculo com os amigos, separação dos pais, entre outros aspectos. Cada fator deve ser analisado para que a criança vá emagrecendo e criando novos hábitos.


iG: Qual o principal papel dos pais na educação alimentar dos filhos?

Elaine de Pádua: Eu sempre digo que é preciso acreditar que é possível fazer com que as crianças se alimentem melhor: pequenas mudanças podem trazer grandes benefícios. Com isso, os pais devem se tornar mais presentes na alimentação dos filhos, colocarem um pouco mais a mão na massa e experimentarem mais. Além disso, é preciso realmente colocar limites e deixar os doces e guloseimas somente para momentos especiais, principalmente quando os pais estiverem junto com a criança. E claro, tornar a vida dela mais familiar neste momento de se alimentar. Os pais devem sentar para comer com os filhos, tornar o momento mais participativo e olhar para o filho, conversar, estimular um convívio sempre melhor e saber o que ele está comendo. Com atitudes simples podemos conseguir ótimos resultados. O segredo é o ânimo.


Fonte:
esta

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Com quem o bebê vai ficar?

Com grande parte das mães trabalhando fora, decidir com quem a criança vai ficar requer planejamento e atenção. Avaliamos os três principais recursos: escolinha, babá e avó

Cuidado e proteção: decidir com quem deixar o bebê ao voltar ao trabalho deve ser escolha bem planejada
Ainda durante os primeiros meses de contato com o rebento, pais e mães se vêem às voltas com uma questão inevitável na vida moderna: com quem deixar a criança quando a licença-maternidade chegar ao fim? Com exceção daquelas mulheres que abdicam do trabalho para se dedicarem integralmente aos filhos, a dúvida paira sobre os casais que procuram equilibrar as suas possibilidades com a vontade de fazer o melhor pela criança.

Creches, babás e parentes costumam ser as possibilidades mais comuns e cada perfil de pais parece se adaptar melhor a cada uma delas. Além disso, questões como a disponibilidade financeira, a existência de um outro irmão e a proximidade geográfica com os avós contam na hora de optar.

Abaixo, um balanço das vantagens e desvantagens e o que deve ser levado em conta na hora de avaliar cada opção.

 


Creche ou escolinha: vantagens e desvantagens

Pré-escola: flexibilidade de horários e convívio com outras crianças são as vantagens
Vantagens

 


Têm preço variável e que atendem a diversos perfis financeiros. A maioria sai mais em conta que contratar uma babá por período integral. Outras custam mais caro até que uma mensalidade de universidade.

Têm flexibilidade de horário. É comum escolinhas e berçários que oferecem horários diversos, por módulos. Nessas escolas, a mãe pode escolher um período (de manhã, de manhã e à tarde ou de manhã até o fim da tarde) de acordo com o tempo que fica fora de casa.

Segurança. Diversas pessoas vigiam as crianças e o ambiente é adaptado para elas, diminuindo o risco de acidentes e maus tratos. A relações públicas Maíla Mortoni, 34, mãe de Giovanna, de 2 anos, optou por botar a filha na escolinha quando ela tinha dez meses. Maíla acredita que a segurança é a principal vantagem, mas defende que a confiança na instituição é fundamental. “Confio muito nas ‘tias’ e sei que posso ligar a qualquer hora para pedir notícias dela que vou ficar sabendo de tudo o que aconteceu”, conta.

Estabilidade. Como a escolinha ou creche é uma instituição que atende a várias crianças, se uma “tia” ficar doente ou faltar por problemas pessoais, alguém vai substituí-la e a mãe não vai ficar desamparada.

Convívio. Crianças se divertem quando estão juntas e também se desenvolvem mais quando observam os amiguinhos. “É impressionante como ela passou a ter um repertório próprio de brincadeiras e de musiquinhas. Vejo que ela começa a formar sua própria vidinha”, diz Maíla, que também observou que a filha come melhor nos dias em que vai à escola. “Ela vê as outras crianças comendo frutas e come também. Em casa, é um drama!”, relata.

 Babá: vantagens e desvantagens


Desvantagens

Leva e traz. Em tempos de congestionamentos garrafais, levar e buscar as crianças na escola pode ser um martírio – ainda mais na hora do rush. Para evitar atrasos e perda de tempo no trânsito, é indispensável escolher uma escola perto de casa, pelo menos até a criança ter idade para andar no transporte escolar – o que algumas vezes implica em não matricular na escola que seria a primeira opção dos pais.

Contágio de doença é a maior reclamação dos pais de crianças em escolinhas, principalmente das que ainda não completaram um ano de vida. O médico pediatra homeopata José Armando Macedo, membro do Espaço Potencial, grupo de estudos ligado ao Departamento de Psicanálise da Criança do Instituto Sedes Sapientiae, diz que o sistema imunológico infantil está em formação até os três anos de idade e que frequentar a escolinha ou a creche antes disso vai acarretar em alguns períodos de doença. Ele alerta que esse quadro pode ser mais intenso com os bebês por uma questão emocional.

“Como bebês precisam de muita atenção e na escolinha precisam disputá-la com outras crianças, isso resulta em um estresse que diminui a imunidade, tornando-os mais suscetíveis a doenças”, explica.

Avó ou outro parente: vantagens e desvantagens
Confira os prós e contras de deixar seu filho com avós ou outro parente e saiba que pontos considerar na hora da escolha

Charles Naseh e a mulher deixam Yasmin, de um ano, com a avó: "não há tranquilidade maior".
Vantagens

Confiança. Quando a criança vai ficar sob os cuidados de um parente, os pais ficam relaxados por saber que o bebê está com alguém que vai tratá-lo bem. “Quando a avó tem a empolgação necessária para cuidar da criança, não há tranquilidade maior”, diz o fotógrafo Charles Naseh, que deixa sua filha mais nova, Yasmin, de um ano e meio, todos os dias com a avó.

Horário flexível. Para profissionais que não têm uma rotina de horário, deixar com a avó pode ser uma mão na roda, já que não é preciso contar com limitações de horário, diariamente. Se algum imprevisto acontecer, a criança pode até dormir fora.

Carinho. Os parentes e especialmente os avós têm fortes laços afetivos com o bebê, o que é garantia de que ele será tratado com amor. Adela afirma que, no caso dos bebês bem novinhos, a avó é a melhor opção. “A avó tem um laço amoroso com a criança e está em contato com ela desde que nasceu, então a transição da mãe para a avó é mais fácil”.

Baixo ou nenhum custo. Ainda que seja possível que os pais negociem uma ajuda de custo para que avó cuide do neto, essa opção sem dúvida é a mais em conta das três.

Estímulos limitados. Ainda que a avó seja muito dedicada, quando a criança começa a andar é difícil acompanhar o pique. Muitas vezes recursos como TV passam a ser utilizados para a criança “dar uma folguinha”. Se a criança não tem irmãos ou primos que dividem a guarda da avó nesse período, o convívio com outras crianças também fica limitado. Por isso, Charles já está buscando uma escolinha para Yasmin. “Ela já tem vontades próprias e adora encontrar outras crianças. Achamos que seria legal ela ficar com bebês da idade dela, pelo menos para ver como ela reagiria”, diz ele.

Mimo e falta de disciplina. Muito se fala que o papel dos avós é “estragar” os netos – e isso não chega a ser um problema quando acontece ocasionalmente. Ainda que muitos deles possam ser aliados na hora de educar os netos, se a avó ou avô não concordam com alguma limitação ou norma estipulada pelos pais, é bem provável que elas não sejam seguidas no dia a dia da criança, o que certamente vai atrapalhar sua educação.

 

Babá: vantagens e desvantagens
Confira os prós e contras de deixar seu filho com uma babá e saiba que pontos considerar na hora da escolha
Vantagens

 

Praticidade. Não é preciso deslocar a criança para outro ambiente ou enfrentar trânsito. A babá respeita um horário pré acordado com a família, que seja vantajoso para a mãe poder trabalhar.

Cuidado exclusivo. Se a criança tiver mal estar, estiver suja ou com fome, ela será prontamente atendida, o que é especialmente importante nos primeiros meses de vida. A diretora de recursos humanos Maíra Habimorad, 30, voltou a trabalhar logo que sua primeira filha Stella, hoje com 1 ano e 3 meses, nasceu. “Era importante que ela tivesse essa atenção toda no começo”, defende ela. Além desse ponto, a maioria das creches não aceita bebês com menos de quatro meses e mulheres que não têm direito à licença maternidade têm na babá um excelente recurso.

Prevenção de doenças. Além de a criança estar em um ambiente conhecido e familiar a ela, é mais fácil controlar o contágio de doenças, com a manutenção da limpeza e limitando o contato com outras pessoas.

 

Avó ou outro parente: vantagens e desvantagens
Desvantagens

 

Falta de confiança. Se a mãe não tiver confiança de que a criança será bem cuidada, é melhor optar por outra forma de auxílio. Para ficar tranquila, Maíra contratou uma babá com excelentes referências e chamou a empregada doméstica da família para acompanhar seu trabalho nos primeiros meses. “Não ia conseguir deixá-la com uma pessoa estranha sem supervisão por um período inteiro”, explica.

Custo. A opção por babá é a mais cara, especialmente se a mãe procura alguém com referências, bem treinado e realmente especializado.

Transferência e relação íntima com a babá. Não são raros os casos de babás que querem agir como mães e mães que temem perder o amor dos filhos para a babá. Maíra fez questão de procurar uma profissional que tivesse uma postura adequada. “Ela não tenta me substituir e ajudou a Stella a saber quem é a mãe”, conta. Carinho na medida – “nem abraço e beijo demais e nem de menos”- e consciência dos limites com a casa e com a criança foram pontos que Maíra acha indispensável – e nem sempre são respeitados pelas babás.

 

A psicóloga Adela, no entanto, diz que são raros os casos em que a criança passa a preferir a babá à mãe, quando esta volta para casa. “O problema nesse caso não é a criança ter estabelecido um laço amoroso com seu cuidador, mas é preciso que ver o que acontece na relação dessa mãe com esse filho”, diz. Apesar disso, a psicóloga adverte as mães que não levem tão a sério algumas pequenas estratégias de seus rebentos. “Às vezes acontece de a criança ‘se vingar’ da mãe e não querer ir com ela. É seu modo de dizer ‘você foi embora agora eu te abandono’. A mãe deveria brincar esse jogo proposto pela criança, sem se sentir ofendida ou abandonada”, conclui.

Faltas e trocas. Quando a babá é a única pessoa que pode ficar com o bebê na ausência da mãe, é indispensável que ela seja uma profissional dedicada e responsável. Mesmo assim, imprevistos podem acontecer e, se a babá faltar, a mãe inevitavelmente faltará no trabalho também. Babá mal escolhida ou mal treinada pode levar a sucessivas trocas, o que gera um grande desconforto para o pequeno. “A criança estabelece um laço afetivo muito forte com o cuidador e cada mudança lhe produz muito sofrimento”, diz Adela.

IG

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SALVE O DIA DAS CRIANÇAS .

     ORIGEM DESSA  DATA


O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.

Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de
"criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi
oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.

Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!

Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

 

Em outros países

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na
Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e
Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez
das crianças da China e do Japão comemorarem!

Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

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